Notas Cronológicas de Canindé – 1877 a 1909

1877 – Houve uma grande seca depois de 32 anos de inverno, o governo socorreu a população criando frentes de trabalhos, construíram nesta cidade o açude Mateus, uma casa para escola e iniciaram as obras da Igreja das Dores. Com recursos do cofre de São Francisco foi iniciada a construção de uma casa para o hospital de caridade. 1878 – A seca continuou e a cidade estava quase despovoada, a fome e a varíola mataram muitas pessoas. O povo, enfurecido contra a má distribuição dos gêneros, tendo a frente José Campos, arrombou e saqueou o armazém dos alimentos. 1879 – Houve um Continue lendo Notas Cronológicas de Canindé – 1877 a 1909

A família Barbosa Cordeiro – Oton Marinho Cordeiro

Nemésio Barbosa Cordeiro de Magalhães nasceu em Canindé no dia 10/01/1881, é filho de Inácia Maria Gomes Cordeiro e de Francisco Barbosa Cordeiro de Magalhães, foi casado com Sini Pinto Cordeiro, filha de João Pinto Damasceno e de Joaquina Cordeiro da Cruz Pinto (Quininha), e tiveram quatro filhos: 1 – Auton Pinto Cordeiro 2 – Francisco Pinto Cordeiro 3 – Creuza Pinto Cordeiro 4 – Edna Pinto Cordeiro Auton Pinto Cordeiro nasceu em Canindé no dia 20/01/1916 e faleceu em Fortaleza, no dia 29/10/1990. Casou em 20/05/1937 com Maria Lúcia Marinho Cordeiro, nascida em 06/01/1918 e falecida em 27/07/1995, filha de Continue lendo A família Barbosa Cordeiro – Oton Marinho Cordeiro

A família Barbosa Cordeiro, Cel. Nemésio Barbosa Cordeiro de Magalhães

O Cel. Nemésio Barbosa Cordeiro de Magalhães nasceu em Canindé no dia 10/01/1881, era filho de Inácia Maria Gomes Cordeiro com o Cel. Francisco Barbosa Cordeiro de Magalhães. Foi prefeito de Canindé por duas vezes, de 02/12/1916 a 16/11/1928 e o segundo mandato foi de 01/11/1930 a 19/09/1934. Suas administrações ocorreram em fases tumultuadas e muito precárias de Canindé, que não recebia recursos do Governo e contava apenas com a arrecadação tributária municipal, insuficiente para as despesas do município. Fez uma série de melhoramentos na cidade, como a instituição da limpeza pública, o alinhamento de várias ruas e rebaixamento das calçadas, instalação Continue lendo A família Barbosa Cordeiro, Cel. Nemésio Barbosa Cordeiro de Magalhães

A família Barbosa Cordeiro, em Canindé

O sétimo filho do Tenente-Coronel Simão Barbosa Cordeiro, Major Simão Barbosa Cordeiro, casou-se em 05 de julho de 1825 com Anna Mendes Cruz Guimarães e teve cinco filhos, veio a falecer em 03 de maio de 1887, aos 88 anos. Ocupou lugar de destaque na política da província, residiu primeiramente na capital, onde foi comerciante, seguiu depois para Canindé, sua terra natal, onde tornou-se um abastado fazendeiro. Em 1879 foi indicado o seu nome para comandante superior da Guarda Nacional da Comarca, mas fez questão de ser substituído por outro. Patriota dos mais distintos, lutou nas revoluções de 1824 e Continue lendo A família Barbosa Cordeiro, em Canindé

A família Barbosa Cordeiro – Origem no Brasil

Vindo da província do Minho, comarca de Porto, em Portugal, FRUTUOSO BARBOSA CORDEIRO veio para o Brasil ainda jovem, em 1570. Filho de família aristocrática, era Fidalgo Cavalheiro da Casa Real. Empregou suas excepcionais qualidades de empresário no comércio do pau-brasil. Em 1579 foi nomeado Governador da Paraíba. Sua missão era conquistar e povoar o lugar, e para isso, houve inúmeras lutas entre seus soldados e os índios, com muitos mortos de ambos os lados. Para sua melhor proteção, construiu o “Forte de Cabedelo”. Os colonos começaram a chegar a se instalar de qualquer maneira, esperando os recursos que as Continue lendo A família Barbosa Cordeiro – Origem no Brasil

Anônimos da história, José Vieira de Matos

Era o ano de 1860 quando chegou de Pernambuco em Quixadá, José Vieira de Matos. Homem branco, estatura mediana, espirituoso, queixo largo, barba espessa, sobrancelhas grossas e bastante peludo, aparentava ter muitos bens. Vestia-se com elegância e costumava cavalgar a tarde pelo vilarejo, exibindo seu belo cavalo. Seu carisma logo conquistou a todos, e algum tempo depois casou-se com Antonia Fernandes, filha do rico fazendeiro Manoel Fernandes. Fixou-se na Serra do Estevam e envolveu-se em política, com sua influência, levava grande número de eleitores para votar em Quixeramobim, quando as eleições ainda eram pelo voto indireto. Não demorou muito para Continue lendo Anônimos da história, José Vieira de Matos