Ruínas da velha Jaguaribara ressurgem

O monumento a Tristão Gonçalves onde o revolucionário da Confederação do Equador morreu estava embaixo d’água e aparece acima em dois momentos: antes da inundação e atualmente

Depois de 11 anos submersas, as memórias de moradores de Jaguaribara, a 254 quilômetros de Fortaleza, voltaram à tona. O nível do açude Castanhão baixou e, pela primeira vez, ruínas da antiga Jaguaribara, demolida e inundada para dar lugar a um dos maiores reservatórios da região, reapareceram com a pior seca dos últimos 50 anos no Ceará, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

Concluído em 2003, Açude Castanhão é o maior açude público para múltiplos usos do Brasil e tem um volume total de 6,7 bilhões métricos cúbicos, mas atulmente está com 51% da capacidade, de acordo com Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do estado (Cogerh). Nos últimos anos, o nível baixou 10 metros abaixo da cota máxima e, nas paredes da barragem, é possível ver as marcas disso.

Para conhecer ou reconhecer a antiga Jaguaribara, é preciso navegar 30 minutos pelo Castanhão. Os primeiros sinais da cidade são as fileiras de postes reveladas no meio das águas e estão onde era uma das principais avenidas da cidade.

Fonte: Globo.com
Jaqueline Aragão Cordeiro

One Reply to “Ruínas da velha Jaguaribara ressurgem”

  1. oi Jaqueline, como já citei, suas postagens tem me ajudado muito em alguns artigos que faço no meu curso de história. Vi por conseguinte este pequeno relato que vc fez a cerca da inundação de Jaguaribara. Gostaria de saber se há um livro, ou outro material onde eu possa ver mais detalhadamente este assunto. Sugiro a vc que faça mais alguma postagem sobre, pois é uma fascinante história, além de muito melancólica se vermos pelo lado da inexistência do contato físico com aquilo q foi Jaguaribara.

    Auricélio Ferreira
    Aluno de História na FMU EM São Paulo.

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