A Cerveja no Brasil, até chegar no Ceará…

“Cerveja Marca Barbante” foi a denominação genérica dada as primeiras cervejas brasileiras que, com sua fabricação rudimentar, tinham um grau tão alto de fermentação que, mesmo depois de engarrafadas, produziam uma enorme quantidade de gás carbônico, criando grande pressão. A rolha era, então, amarrada com barbante para impedir que saltasse da garrafa. Refrescante e de baixo teor alcoólico, a cerveja foi aos poucos conquistando popularidade no Brasil. Era também, conhecida como “cerveja de cordão” na região Nordeste.

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Devido à grande influência comercial que a Inglaterra exercia sobre Portugal nessa época, as cervejas inglesas dominaram o mercado brasileiro até meados do ano de 1870. No final do século, quando a importação voltou a crescer, a preferência passou a ser pela cerveja alemã, que vinha em garrafas e em caixas, ao contrário das inglesas, acondicionadas em barris. A cerveja alemã se contrapunha à inglesa: era clara, límpida, conservava-se melhor e agradava mais ao paladar da época. O período áureo da cerveja alemã não foi longo, já que em 1896 os impostos de importação foram quadruplicados. Com essas dificuldades, somadas ao desenvolvimento da indústria cervejeira no Brasil, praticamente cessaram as importações no início do século XX.

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A disputa entre as grandes e as pequenas cervejarias duraria até finais do século XX, quando começam a despontar as microcervejarias que permitiam a produção de cerveja em pequenas quantidades para consumo no local ou eventual envasamento do excedente para consumo em outros locais.

Em 1971, através da Cervejaria Astra S.A., a companhia concretiza uma forte aliança para a fabricação e distribuição dos seus produtos no Norte e  Nordeste do Brasil. A Astra tinha sido criada um ano antes pela firma J. Macêdo& Cia, em Fortaleza – CE, produzindo então uma cerveja de marca própria. Ainda nesse ano, a J. Macêdo adquire o controlo acionário da Cervejaria Miranda Corrêa, de Manaus – AM, para, de seguida, se associar à Brahma.

SAIU NO THE SUN

Pessoas que tomam dois copos de cerveja ou taças de vinho por dia são mais saudáveis e mais felizes do que os abstêmios, diz um estudo encontrado. Eles não eram tão estressados, a pressão arterial normal, melhora a saúde do coração e do pulmão e foram menos propensos a sofrer de depressão. Os cientistas constataram  que os amantes do vinho em particular, geralmente tinham dietas melhores. E todo bebedor tende a se exercitar mais. A equipe francesa disse que o álcool dilui o sangue, melhorando a circulação, e age como um relaxante, aumentando o bem-estar. Eles especulam que os bebedores moderados, de modo geral, podem ter melhor saúde e um menor risco de doença cardíaca. Eles admitam que não podiam comprovar se os benefícios eram apenas para baixa ingestão de  bebidas, e ainda acrescentou: “Nossos resultados não podem eliminar os problemas cardíacos ocasionados pelo consumo de álcool. “Dr. Boris Hansel e sua equipe da Assistência Pública do Hospital de Paris, analisou o estilo de vida e hábitos de consumo de milhares de homens e mulheres por mais de 18 anos. Mas June Davison, da British Heart Foundation, advertiu: “Beber mais do que  o sensato pode causar pressão alta, derrames e alguns tipos de câncer e danos cardíacos. Se você já não bebe, não há razão para começar agora.”

CERVEJARIAS COM FÁBRICA NO CEARÁ
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Femsa Cerveja Brasil

PRA RIR UM POUQUINHO
– Deus dá o juízo e a pinga tira.
– Comigo, batida tem que ser de limão.
– Champanhe de pobre é sonrisal.
– Cana na roça dá pinga. Pinga na cidade dá cana.
– Cachaça e mulher: no começo é bom, depois só dá dor de cabeça!
– Bebo para esquecer, só não lembro do que.
– Minha vida é um litro aberto!
– Na guerra das cervejas, sou voluntário!
– Não beba água, os peixes transam nela.

Fonte: Wikipédia
Veja a história da cerveja aqui
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Consumo durante a copa do mundo

Jaqueline Aragão Cordeiro

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