Francisco Dias da Rocha

Francisco Dias da Rocha nasceu em Fortaleza, no dia 23 de Agosto de 1869 e faleceu em Fortaleza, no dia 22 de julho de 1960. Era filho do negociante português Joaquim Dias da Rocha e Francisca de Paula Rocha, seus avós paternos eram Maximiano Dias da Rocha e Maria José Pinheiro Chagas, prima legítima do escritor Pinheiro Chagas; e seus avós maternos, o professor Francisco de Paula Cavalcante e Cosma Rufina de Pontes. Dias da Rocha foi comerciante, pesquisador, professor e cientista. Começou seus estudos em 1880 nos colégios São José e Atheneu Cearense, mas teve de os suspender em Continue lendo Francisco Dias da Rocha

Eduardo Francisco Nogueira Angelim

Eduardo Francisco Nogueira Angelim ou somente Eduardo Angelim nasceu em Aracati, no dia 6 de julho de 1814 e faleceu em Barcarena (PA), em 20 de julho de 1882. Foi um lavrador e revolucionário cabano. Sua chegada ao Grão-Pará remonta à década de 1820, fugindo de uma seca que assolou a região Nordeste. Devido ao seu espirito de luta partidária, foi apelidado de “Angelim”, por ser esta madeira muito resistente. Já com 19 anos, participava ativamente da política da província. No Brasil do século XIX, lutou pela autonomia da província do Grão-Pará – atual estado do Pará – para que Continue lendo Eduardo Francisco Nogueira Angelim

José Maria “Moreira Campos”

José Maria Moreira Campos nasceu em Senador Pompeu, no dia 06 de janeiro de 1914 e faleceu em Fortaleza, no dia 06 de maio de 1994, aos 80 anos de idade. É filho do português Francisco Gonçalves Campos e Adélia Moreira Campos. Ingressou na Faculdade de Direito do Ceará, bacharelando-se em 1946. Licenciou-se em Letras Neolatinas em 1967, na antiga Faculdade Católica de Filosofia do Ceará. Na área do magistério iniciou-se como professor de Português, Literatura e Geografia em colégios. Exerceu o magistério na Universidade Federal do Ceará, Curso de Letras, como titular de Literatura Portuguesa. Integrante do Grupo Clã. Continue lendo José Maria “Moreira Campos”

Ramos Cotoco

Raimundo Ramos de Paula Filho, o Ramos Cotôco, nasceu em Fortaleza no dia 21 de maio de 1871 e faleceu em Fortaleza, no dia 20 de outubro de 1916. Foi poeta, compositor, cantor e pintor. Recebeu o apelido de Cotôco por ter nascido sem o antibraço. Apesar da insatisfação, a brincadeira tornou-se quase um sobrenome, e foi assim que ele ficou conhecido ao longo dos anos. Era filho de Raimundo Ramos de Paula, comerciante, e de Rufina Ramos, dona de casa. Ficou órfão de pai aos 16 anos, quando começou a trabalhar como pintor para sustentar a mãe. Foi casado Continue lendo Ramos Cotoco

Documentário: “Humberto Teixeira – vida e música”

O documentário é um filme biográfico sobre o compositor cearense, que também foi advogado e político. Humberto Teixeira é muito lembrado por sua parceria com Luiz Gonzaga. Juntos, eles criaram músicas que são conhecidas mundialmente, como “Baião” e “Asa Branca”. Ele também teve outros parceiros e fez muito sucesso compondo sozinho. Na condição de advogado e político, atuou como grande defensor do direito autoral no cenário da música brasileira. TV Assembleia – Ceará Jaqueline Aragão Cordeiro

Otacílio de Azevedo

Otacílio Ferreira de Azevedo nasceu em Redenção, 11 de fevereiro de 1892 e faleceu em Fortaleza, no dia 3 de abril de 1978. Era filho de Bernardino Ferreira de Azevedo e Felismina Maria da Conceição. De família modesta, humilde  e esforçado, autodidata graças ao interesse sempre revelado pela leitura de bons livros, acumulou apreciável cultura. Começou como pintor, e seus quadros logo se tornaram preciosos e disputados até no estrangeiro: em Londres, quadro seu ornamenta as paredes da BBC (British Broadcasting Corporation), e grandes colecionadores do Brasil também os possuem. Foi o cenógrafo das primeiras versões da Valsa Proibida (1941 Continue lendo Otacílio de Azevedo

Maria Lucia Corrêa

Maria Lúcia Magalhães Corrêa nasceu em Senador Pompeu (CE), no dia 20 de maio de 1931. Filha de Benevides de Magalhães e de Perpétua Sá Benevides de Magalhães. Graduou-se em Filosofia pela Faculdade Católica de Filosofia e Letras do Ceará, no ano de 1951. Casou-se com Danilo Dalmo da Rocha Corrêa, natural de Caucaia, filho do Tenente Edson da Mota Corrêa, e tiveram seis filhos: Lucia Maria, Inês Maria, Edson Neto, Eveline Maria, Danilo Filho e Eveline Maria, além desses, tiveram mais dois filhos adotivos: Isabela e Antonio. Maria Lúcia lecionou nos colégios Rui Barbosa e Farias Brito (em Fortaleza) Continue lendo Maria Lucia Corrêa

Questionários – Raquel de Queiróz

Começou o ano de 1959, estava tardando: lá vem o amigo dos questionários (que se assina J. A. Côrrea, de São Paulo). Ele insiste porque sabe que o êxito é certo, os leitores ficam alvoroçados muita gente se interessa por responder também, ou discutir as respostas dadas. Acho que é coisa da natureza humana isso de gostar de ser interpelado e responder, explicar-se, nem que seja para sofrer. Não fosse assim, como é que os entrevistados em certos programas de televisão se prestariam a expor-se num verdadeiro pelourinho, respondendo a indagações que, ou são indiscretas, ou são descorteses, ou são Continue lendo Questionários – Raquel de Queiróz

Henriqueta Galeno

Henriqueta Galeno nasceu em Fortaleza em 23 de fevereiro de 1887. Era filha de Juvenal Galeno da Costa e Silva e de Maria do Carmo Cabral Galeno. Faleceu em Fortaleza no dia 10 de setembro de 1964. Fez os seus estudos no Colégio da Imaculada Conceição e no Liceu do Ceará, diplomando-se em Direito (1918). Em 1919 fundou e dirigiu o Salão Juvenal Galeno, que em 1936 passou a se chamar Casa Juvenal Galeno. Sob sua orientação, foi o principal centro de desenvolvimento cultural do Ceará; ali foram criados e instalados o Centro de Estudos Juvenal Galeno, a Ala Feminina Continue lendo Henriqueta Galeno

Parsifal Barroso

José Parsifal Barroso nasceu em Fortaleza, no dia 5 de julho de 1913 e faleceu em Fortaleza no dia 21 de abril de 1986. Era  filho de Hermínio Barroso e de Emília Cunha Barroso. Bacharelou-se em ciências jurídicas e sociais. Em 1936, foi eleito deputado classista para a Assembleia Legislativa do Ceará. Permaneceu na Assembleia até o advento do Estado Novo, e a partir de então passou a dedicar-se à advocacia e ao magistério. Com a deposição de Getúlio Vargas em 1945, elegeu-se deputado constituinte pelo Ceará na legenda do Partido Social Democrático (PSD). Em 1949 abandonou o magistério, dedicando-se Continue lendo Parsifal Barroso