Mamulengo

Mamulengo é um tipo de fantoche típico do nordeste brasileiro, especialmente do estado de Pernambuco. A origem do nome é controversa, mas acredita-se que ela se originou de “mão molenga”, mão mole, ideal para dar movimentos vivos ao fantoche. Um ou mais manipuladores dão voz e movimento aos bonecos. Suas apresentações eram em praça pública, em geral nos arrabaldes durante os festejos religiosos, apresentando temática em geral bíblica ou sobre atualidades. O mamulengo faz parte da cultura popular nordestina, sendo praticada desde a época colonial. Retrata situações cotidianas do povo que a pratica, geralmente situações cômicas e sátiras. Na cidade Continue lendo Mamulengo

Ipú

Ipu é um município do Ceará e fica a 257km de Fortaleza. Inicialmente o povoado nasceu dentro das terras dadas em Sesmarias pelo estado português a alguns colonos radicados em Pernambuco. Ligada às terras da Matriz de São Gonçalo da Serra dos Cocos (hoje em Ipueiras) e à sede da primeira Vila (Guaraciaba do Norte), a povoação fora construída em cima de um velho cemitério indígena. A sua praça central (chamada por seus habitantes de “Praça da Igrejinha”) está localizada neste “útero inicial” em que aquela sociedade veio a nascer ainda no século XVII. Sua criação data 26 de agosto Continue lendo Ipú

Araripe

Araripe é um município do Ceará e fica a 527 km de Fortaleza. Possui uma área de 1.347 km². A zona é conhecida no mundo da paleontologia pela qualidade dos fósseis de pterossauros, presentes nas rochas sedimentares da Chapada do Araripe. O topônimo “Araripe” vem do tupi-guarani ara (dia, tempo, mundo e até claridade), ari (o começo ou o nascimento) e pe (em, lugar, onde) e significa “lugar onde começa o dia”. Sua denominação original era “Brejo Grande” ou “Brejo Seco”. A partir de 1889, passou a ser conhecido como “Araripe”. Constam como seus primitivos colonizadores os sesmeiros Manuel Rodrigues Continue lendo Araripe

Glauber Filho

O cineasta Glauber Filho é jornalista formado pela Universidade Federal do Ceará. Possui pós-graduação em Administração e Marketing e é mestrando em Cultura e Artes pela UTAD – Portugal. Atua também como professor universitário em cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Audiovisual e Novas Mídias. Foi Presidente da TV Ceará (Televisão Educativa) e faz parte da Associação Cearense de Cinema e Vídeo (ACCV) e da Associação dos Produtores de Cinema do Norte e Nordeste (APCNN). Além de “As Mães de Chico Xavier”, sua produção cinematográfica inclui, entre outras obras, aquela que é considerada a primeira produção genuinamente cearense, “Bezerra de Continue lendo Glauber Filho

Descartes Gadelha

Descartes Gadelha nasceu no dia 18 de junho de 1943 em Fortaleza, é um pintor, desenhista, escultor e músico. Participou de importantes mostras coletivas, destacando-se “A Paisagem Cearense”, no MAUC/UFC (Fortaleza – CE 1963), “Pintores do Nordeste”, no Museu do Unhão (Salvador – BA, 1963), “Lirismo Brasileiro” (Tel-Aviv ,Israel, 1965), “O Circo”, no Paço das Artes (São Paulo – SP, 1978) e “12 Artistas de Seis Países Latino-Americanos”, na Casa do Congresso de Angostura (Caracas –Venezuela,1982). Obteve prêmio no XIV Salão Municipal de Abril (Fortaleza – CE,1964), no I e II Salões Nacionais de Artes Plásticas do Ceará e no Continue lendo Descartes Gadelha

Decifrando o Cearês

Música – Amor escondido

Bandeira do Estado do Ceará

Foi criada pelo comerciante João Tibúrcio Albano, filho do Barão de Aratanha, substituindo a esfera celestial da bandeira republicana pelo brasão estadual. Todavia, foi apenas em 1922, no governo do então Presidente do estado, Justiniano de Serpa, que veio a ser assinado o decreto instituindo o pavilhão cearense. No ato oficial, determinou que esse fosse constituído de um retângulo verde e o losango amarelo da bandeira nacional, tendo ao centro um círculo branco e, ao meio deste, o escudo do Ceará. O Decreto nº 1.971, de 25 de agosto de 1922 foi modificado pela Lei nº 8.889, de 31 de Continue lendo Bandeira do Estado do Ceará

Decifrando o Cearês

Símbolos de fé e devoção em Canindé

Como não se emocionar com essas imagens? Como não se emocionar com tamanha demonstração de fé? Uma fé que trás alegria e regozijo, uma fé que dá sem pedir nada em troca, uma fé eleva o espírito para próximo de Deus. Não importam as diferenças religiosas, não importa a cor, a origem, a raça, o que importa somente, é a fé que “move montanhas”, é comungar com Deus através de seus escolhidos, como São Francisco de Assis ou São Francisco das Chagas de Canindé. Que o egoísmo que faz crer que sua fé e seu modo de adorar, não se Continue lendo Símbolos de fé e devoção em Canindé