Praia do Cumbuco

A praia do Cumbuco era originalmente, somente uma vila de pescadores. Foi descoberta por turistas em meados dos anos 80. Faz parte do município de Caucaia e fica a apenas 30 km da capital, Fortaleza. Através dos anos a praia de Cumbuco tem se adequado às exigências de quem visita, a estrutura turística é uma das mais importantes do estado, conta com mais de 40 pousadas e hotéis além de uma gastronomia internacional com mais de 20 restaurantes de especialidades diversas, como a italiana, francesa, alemã e regional. O acesso é feito através das rodovias BR-020, BR-222, 4º Anel Viário Continue lendo Praia do Cumbuco

Fortim

Fortim tem suas origens, no inicio da História do Ceará, tendo sido fundado por Pero Coelho de Souza, quando de sua fracassada Expedição de 1603, no itinerário Paraíba-Ibiapaba e por conveniência de ordem regimental, baixou em acampamento exatamente nessa parte costeira, demorando-se o tempo necessário ao engajamento de tropas indígenas locais. Por ocasião do retorno, miseravelmente abatido e destroçado, acampou no mesmo local, conduzindo apenas dezoito soldados doentes e desnutridos. Desolado, buscou o itinerário que o levaria à Paraíba, onde esperava encontrar apoio. Sem nada conseguir, retornou ao ponto de origem trazendo em sua companhia D. Maria Tomázia, sua mulher, Continue lendo Fortim

Lamparina

A lamparina, comum no nordeste, também é conhecida por candeia, lâmpada a óleo ou lâmpada de azeite. É um recipiente com algum tipo de óleo combustível, sobre o qual flutua um cordão grosso de algodão, chamado pavio. O seu combustível mais frequente é o querosene e seu uso se estende desde a pré-história até aos dias de hoje. A lamparina é geralmente feita a partir de latas de óleo, leite em pó ou flandres de lata de querosene, moldada no formato que se deseja e selada com solda. Um tipo especial de lamparina é a poronga, utilizada pelos seringueiros para Continue lendo Lamparina

Juvenal Galeno

Juvenal Galeno da Costa e Silva nasceu em Fortaleza, no dia 27 de Setembro de 1836 e faleceu de uremia em 7 de março de 1931, aos noventa e cinco anos de idade. Neto de Albano da Costa dos Anjos e do português Manuel José Theóphilo, Juvenal Galeno da Costa e Silva nasceu em Fortaleza, a 27 de setembro de 1836, em uma residência na Rua Formosa, nº 66 (hoje Barão do Rio Branco). Filho de José Antônio da Costa e Silva e Maria do Carmo Teófilo e Silva, abastados agricultores cafeeiros na encosta da Serra de Aratanha em Pacatuba. Continue lendo Juvenal Galeno

Teste: Você é cearense?

1. Você acha que o tempo tá bom com uma temperatura de 30 graus? 2. Quando chove, sente vontade de deitar numa rede e não levantar nunca mais? 3. Acha que o melhor perfume do mundo é o cheiro da terra molhada pela chuva? 4. Você chama um amigo de “macho” ou “fi duma égua”? 5. Você elogia dizendo: “arre égua!”? 6. Você sabe o que é “fulerage”, “ributalho”, “sabacu”? 7. Tem alguma ideia do que seja “botar boneco”? 8. Quando você não quer mais alguma coisa, você “rebola no mato”? 9. Já chamou o seu ex-governador de “o galeguim Continue lendo Teste: Você é cearense?

Júlia Galeno

Júlia Galeno da Costa e Silva nasceu em Fortaleza, no dia 5 de fevereiro de 1889. Era filha de Juvenal Galeno da Costa e Silva e Maria do Carmo Cabral Galeno. Fez os seus estudos no Colégio da Imaculada Conceição e foi para o sudeste do país, onde casou com o comendador F. de Santana e morou muito tempo em Salvador. Enviuvando, foi morar no Rio de Janeiro e casou em segundas núpcias com Leo Voos e teve destacada atuação na vida literária Carioca. Fundou e manteve por muito tempo em sua residência, a “Cabana Azul”, em Ipanema e a Continue lendo Júlia Galeno

Quem é cearense vai entender

Chico, cabra errado e bunequeiro, já melado, depois de traçar um celular e duas meiota, vinha penso, cambaleando, arrodiando o pé-de-pau , quando deu uma topada que arrancou o chaboque do dedo. – Diabeísso! – Disse Chico todo distrenado e fazendo mungango. – Vai, cú-de-cana! Mangou a mundiça zuadenta que tava perto. – Aí dento! Vão se lascar bando de fidumaégua! Num dão nem um prego numa barra de sabão e ficam aí só aperreando os outros. Chico estava ariado derdi ontonti, quando o gato véi que ele acunhava lá na baxa da égua, bateu fofo com ele pra ir Continue lendo Quem é cearense vai entender

A gaiatice de Iran Delmar – Reveja esse post antigo

Reveja aqui uma publicação antiga – A gaiatice de Iran Delmar com a autarquia Coxinha A Gaiatice de Iran Delmar

Monsenhor Tabosa

Antônio Tabosa Braga nasceu em Itapipoca, 19 de dezembro de 1874 e faleceu em Faleceu em Fortaleza, aos 60 anos de idade, no dia 12 de abril de 1935. Foi vigário-geral da arquidiocese de Fortaleza, sendo o segundo de D. Manuel da Silva Gomes. Foi um dos fundadores do leprosário de Canafístula (atual Centro de Convivência Antônio Diogo) e da União dos Moços Católicos de Fortaleza. Era filho do capitão Domingos Francisco Braga e de Ana Luísa Tabosa Braga. Seu pai viria a ser intendente municipal (prefeito) entre 1877 e 1880. Ana Luísa veio a falecer com mais de cem Continue lendo Monsenhor Tabosa

Quanto mais sou nordestino, mais tenho orgulho de ser

Sou o gibão do vaqueiro Sou cuscuz, sou rapadura Sou vida difícil e dura Sou nordeste brasileiro Sou cantador violeiro Sou alegria ao chover Sou doutor sem saber ler Sou rico sem ser granfino Quanto mais sou nordestino, mais tenho orgulho de ser Da minha cabeça chata Do meu sotaque arrastado Do nosso solo rachado Dessa gente maltratada Quase sempre injustiçada, acostumada a sofrer Mas mesmo nesse padecer eu sou feliz desde menino Quanto mais sou nordestino, mais tenho orgulho de ser Terra de cultura viva Chico Anísio, Gonzagão, de Renato Aragão Ariano e Patativa, gente boa, criativa E isso Continue lendo Quanto mais sou nordestino, mais tenho orgulho de ser