Família Ximenes de Aragão – João Rodrigues de Aragão (João Mocó)

No dia 20 de novembro de 1890, João Rodrigues Martins veio de Pires Ferreira para trabalhar na Fazenda São José, que então, pertencia ao Ten. Cel. Antônio Monte Alverne Filho, e graças ao esforço de João Rodrigues, comprou a fazenda para si em 1910. Naquele tempo a locomoção só era possível com animais, as viagens eram longas e cansativas. Para beberem, levavam água em cabaças e o alimento em um recipiente feito com couro de boi chamado “mocó”. De tanto verem João Rodrigues passando a cavalo com seu “mocó” a tiracolo, o apelidaram de “João do Mocó” e com o Continue lendo Família Ximenes de Aragão – João Rodrigues de Aragão (João Mocó)

O presente de Ana Rodrigues de Aragão

Um presente pode ter um valor simbólico que recursos materiais não pagam, a representação sentimental é algo que nos marca por toda a vida. Um carinho na hora certa, um sorriso quando palavras são desnecessárias, um olhar ou mesmo um objeto, muitas vezes tão simples e tão significativo. Alguns desses presentes atravessam gerações, vão passando de pai para filho e em cada geração a simbologia vai se fortalecendo. Ana Rodrigues de Aragão teve oito filhos e quando foram casando ela encontrou uma forma de presentear as filhas e a primeira nora, comprou um conjunto com seis colheres e deu duas Continue lendo O presente de Ana Rodrigues de Aragão

Família Ximenes de Aragão – Ana Rodrigues de Aragão

No dia 20 de novembro de 1890, João Rodrigues Martins veio de Pires Ferreira para trabalhar na Fazenda São José, que então, pertencia ao Ten. Cel. Antônio Monte Alverne Filho, e graças ao esforço de João Rodrigues, comprou a fazenda para si em 1910. Naquele tempo a locomoção só era possível com animais, as viagens eram longas e cansativas. Para beberem, levavam água em cabaças e o alimento em um recipiente feito com couro de boi chamado “mocó”. De tanto verem João Rodrigues passando a cavalo com seu “mocó” a tiracolo, o apelidaram de “João do Mocó” e com o Continue lendo Família Ximenes de Aragão – Ana Rodrigues de Aragão

Família Ximenes de Aragão – Antonio Rodrigues de Aragão (Antonio Mocó)

No dia 20 de novembro de 1890, João Rodrigues Martins veio de Pires Ferreira para trabalhar na Fazenda São José, que então, pertencia ao Ten. Cel. Antônio Monte Alverne Filho, e graças ao esforço de João Rodrigues, comprou a fazenda para si em 1910. Naquele tempo a locomoção só era possível com animais, as viagens eram longas e cansativas. Para beberem, levavam água em cabaças e o alimento em um recipiente feito com couro de boi chamado “mocó”. De tanto verem João Rodrigues passando a cavalo com seu “mocó” a tiracolo, o apelidaram de “João do Mocó” e com o Continue lendo Família Ximenes de Aragão – Antonio Rodrigues de Aragão (Antonio Mocó)

Família Ximenes de Aragão – Tereza Rodrigues de Aragão

No dia 20 de novembro de 1890, João Rodrigues Martins veio de Pires Ferreira para trabalhar na Fazenda São José, que então, pertencia ao Ten. Cel. Antônio Monte Alverne Filho, e graças ao esforço de João Rodrigues, comprou a fazenda para si em 1910. Naquele tempo a locomoção só era possível com animais, as viagens eram longas e cansativas. Para beberem, levavam água em cabaças e o alimento em um recipiente feito com couro de boi chamado “mocó”. De tanto verem João Rodrigues passando a cavalo com seu “mocó” a tiracolo, o apelidaram de “João do Mocó” e com o Continue lendo Família Ximenes de Aragão – Tereza Rodrigues de Aragão

A família Ximenes de Aragão – Cesário Rodrigues de Aragão

No dia 20 de novembro de 1890, João Rodrigues Martins veio de Pires Ferreira para trabalhar na Fazenda São José, que então, pertencia ao Ten. Cel. Antônio Monte Alverne Filho, e graças ao esforço de João Rodrigues, comprou a fazenda para si em 1910. Naquele tempo a locomoção só era possível com animais, as viagens eram longas e cansativas. Para beberem, levavam água em cabaças e o alimento em um recipiente feito com couro de boi chamado “mocó”. De tanto verem João Rodrigues passando a cavalo com seu “mocó” a tiracolo, o apelidaram de “João do Mocó” e com o Continue lendo A família Ximenes de Aragão – Cesário Rodrigues de Aragão

A família Ximenes de Aragão – José Rodrigues de Aragão (Zé Mocó)

No dia 20 de novembro de 1890, João Rodrigues Martins veio de Pires Ferreira para trabalhar na Fazenda São José, que então, pertencia ao Ten. Cel. Antônio Monte Alverne Filho, e graças ao esforço de João Rodrigues, comprou a fazenda para si em 1910. Naquele tempo a locomoção só era possível com animais, as viagens eram longas e cansativas. Para beberem, levavam água em cabaças e o alimento em um recipiente feito com couro de boi chamado “mocó”. De tanto verem João Rodrigues passando a cavalo com seu “mocó” a tiracolo, o apelidaram de “João do Mocó” e com o Continue lendo A família Ximenes de Aragão – José Rodrigues de Aragão (Zé Mocó)

Família Ximenes de Aragão – Izabel Rodrigues de Aragão

No dia 20 de novembro de 1890, João Rodrigues Martins veio de Pires Ferreira para trabalhar na Fazenda São José, que então, pertencia ao Ten. Cel. Antônio Monte Alverne Filho, e graças ao esforço de João Rodrigues, comprou a fazenda para si em 1910. Naquele tempo a locomoção só era possível com animais, as viagens eram longas e cansativas. Para beberem, levavam água em cabaças e o alimento em um recipiente feito com couro de boi chamado “mocó”.  De tanto verem João Rodrigues passando a cavalo com seu “mocó” a tiracolo, o apelidaram de “João do Mocó” e com o Continue lendo Família Ximenes de Aragão – Izabel Rodrigues de Aragão

Família Ximenes de Aragão – Simplicio Rodrigues de Aragão

No dia 20 de novembro de 1890, João Rodrigues Martins veio de Pires Ferreira para trabalhar na Fazenda São José, que então, pertencia ao Ten. Cel. Antônio Monte Alverne Filho, e graças ao esforço de João Rodrigues, comprou a fazenda para si em 1910. Naquele tempo a locomoção só era possível com animais, as viagens eram longas e cansativas. Para beberem, levavam água em cabaças e o alimento em um recipiente feito com couro de boi chamado “mocó”.  De tanto verem João Rodrigues passando a cavalo com seu “mocó” a tiracolo, o apelidaram de “João do Mocó” e com o Continue lendo Família Ximenes de Aragão – Simplicio Rodrigues de Aragão

O Jumento, nosso irmão, de São José dos Mocós

Já dizia o Padre Vieira, que o jumento é nosso irmão. Com esse pensamento, o padre lutou muito anos pela proteção do bichinho, fundando o “Clube mundial do jumento”. Era o animal da luta diária do nordestino, acostumado a labuta, muitas vezes sem a menor compaixão do seu dono. Os apelidos mais extravagantes ficaram por conta do rei do baião Luiz Gonzaga, na música “apologia ao jumento”: Babau, Gangão, Breguesso, Fofarkichão, e por aí vai… Quem teve uma infância no interior, pegando fruta no pé, tomando banho de açude e de riacho ou na chuva, sabe quão forte era a Continue lendo O Jumento, nosso irmão, de São José dos Mocós

Santa Isabel de Aragão

Isabel de Aragão nasceu em Saragoça (Espanha) e faleceu no dia 04 de janeiro de 1271 em Estremoz (Portugal) no dia 04 de julho de 1336. Foi uma nobre aragonesa (Reino de Aragão).  Em 11 de fevereiro de 1282, com 12 anos, Isabel casou-se então por procuração com o soberano português D. Dinis em Barcelona. Do seu casamento com o rei D. Dinis teve dois filhos: Constança (nascida em 03 de janeiro de 1290 e falecida em 18 de novembro de 1313), casou em 1302 com o rei Fernando IV de Castela. Afonso IV (nascido em 08 de fevereiro de Continue lendo Santa Isabel de Aragão

A História de São José dos Mocós

Essa tigelinha de ágate pertenceu a Sebastiana Ximenes Aragão – Presumidamente tem 75 anos Preservar nossa história, saber de onde viemos, quem somos, o que nossos antepassados construíram antes de nós, tudo isso são informações que devemos ter sempre na memória, pois como as árvores, temos raízes, e nossas raízes é a nossa história. São José dos Mocós é uma fazenda localizada no Município de Santa Quitéria, a 222 km da capital Fortaleza. Foi comprada por João Rodrigues Martins em 1912 e desde então, é povoada pelas centenas de descendentes do progenitor e sua esposa Maria Joana de Aragão. Aqui, Continue lendo A História de São José dos Mocós

Fazenda São José dos Mocós, a origem

As dificuldades para quem mora em um local distante dos centros urbanos são muitas, principalmente há 60, 70, 100 anos atrás. Quem falecia em São José dos Mocós, seguia dentro de uma rede, levado a pé, por cima das serras, cerca de 20 quilômetros até chegar na cidade de Muribeca, onde finalmente, seria enterrado. Foi o caso de Maria Joana de Aragão, João Rodrigues Martins, Maria Facundo, Maria Midosa Magalhães, Tereza Facundo, Tereza Mesquita, Ana Rodrigues de Aragão, dentre outros. No dia 17/10/1954, faleceu Maria Rodrigues Mesquita, e era seu desejo não ser enterrada em Muribeca, dessa forma, criou-se um Continue lendo Fazenda São José dos Mocós, a origem

Os Ximenes de Aragão – Manoel e Isabel

  Teotonia, Juvencio, Maria, Sebastiana, João, Izidio e Raimundo MANOEL E IZABEL A seca sempre torturou o nordestino, e o Ceará não foge a regra. 1932 foi um ano de grande seca, o governo continuava com os “campos de concentração” ou “currais do governo”, onde mantinham prisioneiros em ambientes sub-humanos, os retirantes que migravam da zona rural em busca de alimentos, 90% das mortes acontecidas nessa época, aconteciam nos campos, que chegaram a abrigar 65 mil pessoas na unidade do Crato. Manoel Ximenes de Aragão e Izabel Rodrigues de Aragão deixaram São José nesse ano. Seguiram a pé, para o Estado do Continue lendo Os Ximenes de Aragão – Manoel e Isabel

Brasões de família

Um brasão de armas ou, simplesmente, brasão, na tradição europeia medieval, é um desenho especificamente criado, obedecendo às leis da heráldica, com a finalidade de identificar indivíduos, famílias, clãs, corporações, cidades, regiões e nações. O desenho de um brasão é normalmente colocado num suporte em forma de escudo que representa a arma de defesa homônima usada pelos guerreiros medievais. No entanto, o desenho pode ser representado sobre outros suportes, como bandeiras, vestuário, elementos arquitetônicos  mobiliário, objetos pessoais, etc. A partir do século XIX, com a ascensão ao poder da Burguesia e o declínio da Aristocracia, o brasão foi perdendo a sua importância.  A Continue lendo Brasões de família