Sustentabilidade: Reflorestamento da caatinga

O DNOSC (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas), trabalha ações para o reflorestamento da caatinga e o CEARÁ sai na frente com projetos exemplos de sustentabilidade. “No que compete às áreas recuperáveis, criamos um perímetro irrigável, replantamos a vegetação nativa em grandes hectares irrigados por bombeamento, e cultivamos culturas como manga, banana e caju, recuperando o solo e gerando produção e renda”, destaca o diretor executivo do Dnocs, Elias Fernandes. A comunidade de Boqueirão em Irauçuba, parou de desmatar a caatinga e com a prática das queimadas entre safras na agricultura. Material orgânico como palha e esterco de animais Continue lendo Sustentabilidade: Reflorestamento da caatinga

Juazeiro

O juazeiro (Ziziphus joazeiro Mart.; Rhamnaceae), também conhecido por joá, larajeira-de-vaqueiro, juá-fruta, juá e juá-espinho, é uma árvore típica do Nordeste do Brasil.   Seus frutos, do tamanho de uma cereja, são comestíveis e utilizados para fazer geleias, além de possuírem uma casca rica em saponina (usada para fazer sabão e produtos de limpeza para os dentes). São também utilizados na alimentação do gado na época seca. Bodes e ovelhas também se alimentas dos frutos. Membro da família Rhamnaceae, é uma árvore, em seu ambiente natural de caatinga e cerrado, de médio porte, com ramos tortuosos protegidos por espinhos. Entretanto, Continue lendo Juazeiro

Sabiá / Sabiazeiro

O sabiá (Mimosa caesalpiniaefoli), também conhecida como cebiá e sansão do campo, é uma planta espinhenta que mede de 5 a 8 metros de altura e seu tronco tem de 20 a 30 cm de diâmetro. Um Kg de sementes puras contém aproximadamente 22.000 unidades. É uma árvore natural da caatinga, com ocorrência nos estados do Rio Grande do Norte, Piauí e Ceará, parte do Maranhão e de Pernambuco, e na chapada do Araripe, divisa com o Ceará. Esta espécie tem crescimento cespitoso, ou seja, de um mesmo ponto na base da planta partem vários fustes ou troncos e ocorre, Continue lendo Sabiá / Sabiazeiro

Coronha e Mucunã

Cipó de imbiri, olho de boi, micunã, pó de mico e mucunã assú. Estes são os nomes dados a uma mesma planta rica em benefícios à saúde humana, a coronha. Cientificamente chamada de Dioclea violacea, a erva pertence à família das Papilionaceae e além de ser considerada ornamental, possui ainda propriedades medicinais importantes para o organismo. Essa planta, uma arvoreta de pequeno porte, adora nascer na beira de rios e córregos, aonde as suas sementes chegam, navegando. Essas sementes são muito resistentes à água e duram bastante, mesmo na água salgada do mar. A coronha tem flores lilases, ou violáceas Continue lendo Coronha e Mucunã

Jurema

A Jurema é uma planta da família das leguminosas, comum no Nordeste brasileiro, com propriedades psicoativas. A família das leguminosas possui importantes espécies cultivadas para alimentação, inclusive do nordestino (Mangalô, Andu, Algaroba, além de Feijões de diversas espécies incluindo a Soja) também exerce importante função ecológica por abrigar espécies de bactérias nitrificantes, ou seja, que fixam nitrogênio, essencial para a vida, no solo. Atinge de 4-5m de altura, dotada de copa rala e irregular. O tronco atinge de 20 a 30 cm de diâmetro, muito espinhento, levemente inclinado e revestido por casca grosseira que se desprende em lâminas estreitas que Continue lendo Jurema

A cana-de-açúcar

A cana-de-açúcar, nome comum de uma herbácea vivaz, planta da família das gramíneas, espécie Saccharum officinarum, originária da Ásia Meridional, é muito cultivada em países tropicais e subtropicais para obtenção do açúcar, do álcool e da aguardente, devido a sacarose contida em seu caule, formado por numerosos nós. Os colmos, caracterizados por nós bem marcados e entrenós distintos, quase sempre fistulosos, são espessos e repletos de suco açucarado. As flores, muito pequenas, formam espigas florais. Existem diversas variedades cultivadas de cana-de-açúcar, que se distinguem pela cor e pela altura do caule, que atinge entre 3 e 6 m de altura, Continue lendo A cana-de-açúcar

Marizeira

Marizeira (Calliandra spinosa) é uma árvore leguminosa característica da caatinga nos estados do Ceará e de Pernambuco. Possui caule com casca esbranquiçada e flores brancas quando jovens e rosas quando velhas, dando a esta planta importante característica ornamental. Seus frutos são amargosos, mas em tempos de seca, é cozido e serve de alimento. Também é chamado de: – umari-bravo – espinheiro-branco – flor-de-caboclo Fonte: Wikipedia / Enciclopédia Agrícola Brasileira Fotos: Arquivo pessoal Jaqueline Aragão Cordeiro

Bamburral

O bamburral (Hyptis suaveolens) é uma espécie subarbustiva e pode atingir até 1,3 m de altura. Ocorre principalmente em áreas abertas, formando grandes manchas uniformes. Muitas espécies de insetos, principalmente as abelhas, visitam suas flores para coletar néctar. O bamburral pode ser utilizado para aumentar a disponibilidade de recursos alimentares utilizados pelas abelhas. É nativa de regiões tropicais do México, Antilhas, América do Sul e América Central, bem como em partes tropicais da África, Ásia e Austrália É comum em todo o Brasil, principalmente no Nordeste. As hastes são peludas, e quadradas na seção transversal. As folhas são dispostas em Continue lendo Bamburral

Mulungu

O Mulungu é uma árvore nativa da caatinga do nordeste brasileiro, apresenta grande resistência a altas temperaturas e escassez de água. Sua casca e frutos são utilizados na medicina popular mas sua eficácia ainda não foi comprovada cientificamente. O nome genérico Erythrina vem do grego erythros, que significa “vermelho”, em alusão à cor das flores; o epíteto específico velutina vem do latim, devido ao fato da folha apresentar de delicados e macios pelos. O nome vulgar mulungu vem do tupi, mussungú ou muzungú e do africano mulungu significando “pandeiro”, talvez pela batida no seu tronco oco emitir som. Nomes populares: Continue lendo Mulungu

Ingazeira

O(a) ingá, também chamado(a) ingazeira, é uma árvore do gênero Inga, da subfamília Mimosoideae, da família Fabaceae. “Ingá” também designa o fruto da árvore: uma longa vagem que contém sementes envolvidas por uma polpa muitas vezes comestível. É muito comum nas margens de rios e lagos, sendo muito procurado pela fauna e pelo homem por suas sementes envolvidas por polpa branca e adocicada. O ingazeiro costuma apresentar floração mais de uma vez por ano. São conhecidas cerca de 300 espécies do gênero Inga. O atual centro de diversidade do gênero é a floresta amazônica, mas o gênero possui representantes no Continue lendo Ingazeira

Aroeira

A urundeúva (Myracrodruon urundeuva, classificada anteriormente como Astronium juglandifolium e Astronium urundeuva) é também conhecida como aroeira, aroeira-preta, aroeira-do-sertão, uriunduba, aroeira-do-campo e aroeira-da-serra. A lista vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais a cita como Astronium urundeuva. No estado de São Paulo, ocorre em áreas com biomas fronteiriços e está na lista oficial das espécies ameaçadas, naquele estado. Suas flores são insignificantes, se reunindo em grandes inflorescências. Seu fruto é uma pequena noz, fica por cima de um cálice que se parece com um paraquedas. É nativa da caatinga e do Continue lendo Aroeira

XiqueXique

O Pilosocereus polygonus é uma cactácea cuja distribuição compreende grande parte da região intertropical das Américas, nomeadamente do sul da Flórida ao Nordeste do Brasil, basicamente no Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia. Mas também aparece no Piauí, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, sendo muito comum na caatinga, onde é denominado xiquexique. Sua formação pode ser arbustiva ou arbórea, chegando a atingir a altura de quatro metros, desenvolvendo-se em solos rasos e pedregosos e apresentando numerosos espinhos, fortes e pontiagudos em suas aréolas. Suas flores são branca e seu fruto, com coloração avermelhada quando maduro, é comestível, saboroso e rico Continue lendo XiqueXique

Favela ou Mandioca-Brava

Cnidoscolus quercifolius (sin. C. phyllacanthus. Anteriormente conhecida como Jatropha phyllacantha Müll.Arg.), popularmente chamada de favela, faveleira, faveleiro ou mandioca-brava, é uma planta da família das euforbiáceas. É endêmica do Brasil. A sua gama de distribuição inclui os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Bahia, Pernambuco, Piauí e São Paulo. É a planta que deu origem ao termo “favela”, por ocasião da Guerra de Canudos. É um arbusto. Possui flores brancas, dispostas em cimeiras. O fruto é uma cápsula que contém sementes oleaginosas, semelhantes às sementes de fava. Daí, os nomes “favela”, “faveleiro” e “faveleira”. Publicado em Continue lendo Favela ou Mandioca-Brava

Angico

Nome científico: Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan var. cebil (Griseb.) Altschul Família: Leguminosae-mimosoideae Sinônimos: Acacia cebil Griseb; Anadenanthera macrocarpa (Benth.) Brenan; Piptadenia colubrina Benth; Piptadenia peregrina Benth; Piptadenia macrocarpa Benth. Nomes populares: angico-amarelo; angico-brabo; angico-branco; angico-castanho; angico-cedro; angico-de-caroço; angico-de-casca; angico-de-curtume; angico-do-banhado; angico-do-campo; angico-do-mato; angico-dos-montes; angico-fava; angico-jacaré; angico mama-de-porco; angico-manso; angico-preto; angico-preto-rajado; angico-rajado, angico-rosa; angico-verdadeiro; angico-vermelho; Arapiraca; brinco-de-saoim; brincos-de-sagüi; brincos-de-sauí; Icambuí; cambuí-angico; cambuí-ferro; curupaí, guarapira; guarapiraca; guarucaia, moro e paricá. O angico, assim como as aproximadamente 80 espécies inicialmente abrigadas sob o gênero Piptadenia, é árvore nativa de regiões tropicais americanas. No Brasil, ocorre no Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Continue lendo Angico

Jucazeiro

Nome científico: Caesalpinia ferrea Mart. Ex Tul.var. férrea Família: Fabaceae-Caesalpinoideae Nome vulgar: jucá, jucazeiro, pau-ferro, pau-de-jucá, muirá-obi (Maia 2004), ibirá-obi, imirá-itá,  yucá (tupi). Árvore de pequeno porte com 6 a 10 m de altura e com copa arredondada aberta e ampla. Caule com diâmetro que pode atingir 10 a 30cm, casca cinza escuro, lisa, um pouco lustrosa quando nova, apresentando manchas irregulares mais claras, resultantes da perda de placas de ritidoma. Folhas alternas, compostas. Flores amarelas, pequenas, dispostas em panículas terminais. Frutos em forma de vagens escuras, pequenas, curvas e indeiscentes, contendo 2-5 sementes lisas, duras, de cor marrom. A Continue lendo Jucazeiro