Engenhos de cana-de-açúcar

Uma usina (do francês usine), engenho de açúcar ou simplesmente engenho (do latim ingeniu) é, stricto sensu, a moenda de cana-de-açúcar. Lato sensu, designa todo o estabelecimento agroindustrial especializado na transformação da cana-sacarina em açúcar, melaço, aguardente de cana e etanol. Os modelos de engenho central e usina passaram a ser utilizados no final do século XIX quando houve necessidade de desativar os antigos engenhos das fazendas e produzir açúcar em uma planta industrial moderna com economia de escala e controle de qualidade rigoroso. O primeiro engenho de açúcar registrado em território português pertenceu a Diogo Vaz de Teive, escudeiro Continue lendo Engenhos de cana-de-açúcar

Universidade Estadual do Ceará (UECE)

A Universidade Estadual do Ceará (UECE) é uma universidade pública, com atuação em ensino, pesquisa e extensão, mantida pela Fundação Universidade Estadual do Ceará (FUNECE). A instituição é uma das três universidades mantidas pelo governo do estado do Ceará, ao lado da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UEVA) e da Universidade Regional do Cariri (URCA). Seu principal campus é o Campus do Itaperi, que está localizado no bairro do Itaperi, na cidade de Fortaleza. A universidade conta ainda com campi no Bairro de Fátima, em Fortaleza, e nas cidades de Mombaça, Limoeiro do Norte, Itapipoca, Tauá, Crateús, Quixadá e Iguatu. Continue lendo Universidade Estadual do Ceará (UECE)

Ceará Republicano

Fonte: Fundação Demócrito Rocha Jaqueline Aragão Cordeiro COISA DE CEARENSE

Ceará Imperial

Os anos que sucederam a proclamação da Independência no Brasil foram marcados por muitos conflitos. No Ceará e estados vizinhos, as batalhas do Jenipapo e a Confederação do Equador ajudaram a definir a composição geográfica e política da região. Seus personagens emblemáticos como Barbara de Alencar, Tristão Gonçalves e Padre Mororó viraram exemplos de resistência política em uma época em que a repressão era silenciada com pena capital. O mito de que não havia negros do Ceará foi desfeito com a luta dos jangadeiros e do Dragão do Mar. A abolição da escravatura marca o declínio do Período Imperial e Continue lendo Ceará Imperial

Ceará Colonial

De 1.500 até 1.822, os portugueses chegaram oficialmente no Brasil e marcaram o que conhecemos hoje como Período Colonial. Era uma época de batalhas entre holandeses, portugueses e nativos indígenas pelo domínio das terras. O Ceará testemunhou a sucessão de ciclos econômicos e incorporou essa ​mistura de elementos em sua cultura, que permanece enraizada no povo até os dias de hoje. Fonte: Fundação Demócrito Rocha Jaqueline Aragão Cordeiro COISA DE CEARENSE

O primeiro automóvel do Ceará

O primeiro automóvel de Fortaleza, veio dos Estados Unidos no vapor “Cearense” e desembarcou no cais do porto no dia 26 de março de 1909. Era um veículo de segunda mão, da marca Rambler, comprado pela Auto Transporte, de propriedade do Dr. Meton de Alencar e de Julio Pinto, também proprietários do Cassino Cearense (Cinema Julio Pinto). Não houve quem não parasse para ver, no trajeto da Alfândega até o edifício do Cinema Julio Pinto, aquele automóvel sendo puxado por um pobre jumento, pois ninguém sabia como ligar o motor. Pela empresa compradora, John Peter Bernard acompanhava o carro. Depois, Continue lendo O primeiro automóvel do Ceará

Projeto para a transposição do Rio São Francisco durante o império

Embora só agora se torne realidade, o sonho de fazer o sertão virar mar tem pelo menos dois séculos. O primeiro plano de transposição de que se tem notícia remonta à década de 1810, no fim da Colônia, mas a ideia só começaria a ser levada a sério anos mais tarde, no Império. Dom Pedro II esteve bem perto de executar o “encanamento” (a palavra usada na época) das águas do Rio São Francisco. Documentos históricos sob a guarda do Arquivo do Senado e do Arquivo da Câmara mostram que vários projetos de lei que previam a transposição passaram pelas Continue lendo Projeto para a transposição do Rio São Francisco durante o império

Ceará Colonial

Fonte: Fundação Demócrito Rocha Jaqueline Aragão Cordeiro

A Revolta Popular Armada de 1912 contra a oligarquia Aciolina

Do dia 21 ao dia 24 de de janeiro de 1912, a população de Fortaleza, impossibilitada de derrotar o déspota Nogueira Acioly pela via eleitoral em razão do controle fraudulento das eleições, conseguiu deporta-lo, depois de 16 anos encastelado no governo do Ceará (1896-1912), através das armas. Foram três dias de luta na cidade, com tiroteios, trincheiras, barricadas, praças depredadas, bondes virados, fábricas incendiadas e centenas de mortos. O nepotismo do velho Acioly não tinha limites, um de seus filhos era o 1º vice-presidente, dos três representantes do senado, um era seu filho e o outro, genro, além dos inúmeros Continue lendo A Revolta Popular Armada de 1912 contra a oligarquia Aciolina

Os Jangadeiros do Ceará

Fonte: Jornal O Libertador, em 28/09/1881 Jaqueline Aragão Cordeiro

Demócrito Rocha

Demócrito Rocha nasceu em Caravelas, cidade interiorana da Bahia, no dia 14 de abril de 1888. Era dentista e funcionário dos Correios e Telégrafos. Intelectual, foi deputado federal e jornalista combativo. Fundou o Jornal O POVO em 1028. Demócrito Rocha pertenceu à Academia Cearense de Letras, foi sócio fundador do Rotary Club de Fortaleza e morreu em Fortaleza no dia 29 de novembro de 1943. Fonte: Fundação Demócrito Rocha Jaqueline Aragão Cordeiro

Historia do Ceará Comentada

Manual apresentado pelo professor Airton de Farias, com dicas​ e ​sínteses para aplicação dos documentários em sala de aula​.​ Fonte: Fundação Demócrito Rocha Jaqueline Aragão Cordeiro

Estrada de Ferro de Camocim

A estrada de Ferro de Camocim originalmente foi o trecho inicial da Estrada de Ferro do Sobral (Camocim-Sobral), aberto nos anos 1881 e 1882. Em 1909, toda a E. F. de Sobral foi juntada com a E. F. de Baturité para se criar a Rede de Viação Cearense, imediatamente arrendada à South American Railway. Em 1915, a RVC passa à administração federal. A linha da antiga E. F. de Sobral chega a seu ponto máximo em Oiticica, na divisa com o Piauí, em 1932, mas, em 1950, com a ligação de Sobral a Fortaleza pelo ramal de Itapipoca, o trecho Continue lendo Estrada de Ferro de Camocim

Rastreadores

Os “Rastreadores” eram homens do sertão nordestino, que conheciam a caatinga como a palma da sua própria mão. Ficaram famosos por rastrear cangaceiros na caatinga na década de 1930, mas não era só isso, rastreavam também animais perdidos, pessoas perdidas, animais de caça. No sertão dos Inhamuns, a família Valadão, descendentes dos índios Jucás e protegidos da família Feitosa, e seus rastreadores mais famosos: Chagas Valadão, Antonio Valadão e Assis Valadão, Zé Valadão e Zé Grande, os remanescentes, ficou famosa por ter essa habilidade, contada nesse documentário do cineasta Marcus Moura. A família Valadão ganhou mais fama na década de Continue lendo Rastreadores

Barcovi, o chato da Praça do Ferreira

José Wagner Benevides, era empresário da construção civil e um especialista no anedotário da Praça do Ferreira. Costumava contar os casos do BARCOVI. Barcovi era um desses moralistas empedernidos, apóstolo dos bons costumes, cuja vida é dedicada a combater os vícios do mundo e a encher o saco de quantos bebedores, fumantes e jogadores de baralho e roletas que encontra pela frente. Um chato com Certeza. BARCOVI relegou seu nome original e passou a se identificar por esta sigla: BARreira COntra o VIcio. Como se vê, o cara é demais. Contava o José Wagner que, certa tarde, nos anos 50, Continue lendo Barcovi, o chato da Praça do Ferreira