Feijão

Feijão é um nome comum para uma grande variedade de sementes de plantas de alguns gêneros da família Fabaceae. Proporciona nutrientes essenciais como proteínas, ferro, cálcio, vitaminas (principalmente do complexo B), carboidratos e fibras. O feijão-comum (Phaseolus vulgaris) é a base de várias sopas e da famosa feijoada. As vagens verdes (feijão verde) podem acompanhar, cozidas, qualquer prato e, cortadas às tiras, em sopa (sopa de feijão carrapato). A combinação de arroz com feijão é típica da culinária do Brasil e da América Central. Geralmente, tal combinação acompanha carnes, verduras e tubérculos. No Brasil, a EMBRAPA lidera uma ampla rede Continue lendo Feijão

Catingueira

A catingueira-verdadeira (poincianella pyramidalis) é uma espécie pertencente à família leguminosae que é conhecida por diferentes nomes de acordo com o estado: Ceará – catingueira-de-porco e catingueira Piaui – canela-de-velho, catingueira-verdadeira e pau-de-rato Rio Grande do Norte / Pernambuco / Alagoas / Minas Gerais / Paraíba e Sergipe – catingueira Bahia – canela-de-velho, catingueira-de-porco, catingueira-de-mulata, catingueira-grande, catingueira-de-folhas-largas, mussitaíba e pau-de-rato. É endêmica no nordeste brasileiro e é do bioma Caatinga. É encontrada desde várzeas úmidas, alcançando até 10 metros de altura e 50 cm de diâmetro, como também em áreas semiáridas, quando se reduz a um arbusto com menos de Continue lendo Catingueira

Ubajara

Ubajara é um município da microrregião da Ibiapaba e fica a 304 de Fortaleza. Sua população em 2010 era de 31.792 habitantes. Ubajara é topônimo de origem tupi antiga cuja origem está relacionada com a gruta de mesmo nome. Dentre as suas diversas traduções para a língua portuguesa, a que prevalece é “Dono de Canoas”, de Ubá = canoa e îara = senhor. O nome teria surgido da lenda de um cacique que teria esse nome e que, vindo do litoral, teria habitado a gruta por muitos anos. Inclusive, na bandeira do município, consta a imagem de um cacique remando Continue lendo Ubajara

Os Ximenes Aragão de São José dos Mocós – Volume 6

E chegamos ao fim da genealogia dessa ramificação dos Ximenes de Aragão, são seis volumes de E-Book que correspondem a 8 anos de pesquisa. A matriarca Maria Joana de Aragão é natural de Ipú (CE) e foi morar com seu marido João Rodrigues Martins na Fazenda São José dos Mocós (Mocó era o apelido de João Rodrigues), em Santa Quitéria (CE), onde se originou essa ramificaçao. Acesse pelo link livrosdigitais.org.br Jaqueline Aragão Cordeiro

Os Ximenes Aragão de São José dos Mocós – Volume 5

Acesse pelo link livrosdigitais.org.br Jaqueline Aragão Cordeiro

Os Ximenes Aragão de São José dos Mocós – Volume 4

Acesse pelo link livrosdigitais.org.br Jaqueline Aragão Cordeiro

Os Ximenes Aragão de São José dos Mocós – Volume 3

Acesse pelo link livrosdigitais.org.br Jaqueline Aragão Cordeiro

Trinta e poucos anos de poesia – Volume 1

Trinta e poucos anos é coletânea dos versos que eu fazia na adolescência, com algumas pequenas alterações para não fugir do contexto do que sentia e pensava na ápoca. Acesse o e-book AQUI Jaqueline Aragão Cordeiro

Estória de um cearense

I Sou um homem cearense Venho lá do sertão Não tenho água nem roupa Nem comida nem valor Só o corpo sem ação. Quando olho para a terra seca Sinto vontade de chorar A terra é quente como fogo As plantas, talo seco sem folha O povo morrendo sem parar Isso tudo parece um jogo, um sonho Senhor Deus, me faça acordar II As mulheres não tem mais leite As crianças pequenas morrem de fome Os animais estão magros como vara Os homens não tem serviço Pra’s famílias sustentar Nosso povo some Nossas pernas não tem força pra andar Somos Continue lendo Estória de um cearense

Os Ximenes Aragão de São José dos Mocós – Volume 2

Acesse pelo link livrosdigitais.org.br Jaqueline Aragão Cordeiro

Os Ximenes Aragão de São José dos Mocós – Volume 1

Acesse por esse link livrosdigitais.org.br Jaqueline Aragão Cordeiro

A libertação dos escravos no Ceará

Foi em Fortaleza que começou o movimento de libertação dos cativos. Um grupo de entusiastas formado por João Cordeiro, José do Amaral, Isaac Amaral, Frederico Borges, D. Maria Tomásia e outros, deu o primeiro grito de alarme, em sessão secreta, na qual ficou deliberado que, na semana seguinte, desapareceriam os escravos de A ou B. Com efeito. Cada membro daquele humanitário grupo, procurava entender-se pessoalmente com os cativos e incutia-lhes a ideia de liberdade. “Tome este bilhete e vá apresentar-se ao meu amigo fulano de tal, você não é mais escravo. É tão livre como eu. Somos iguais em tudo”. Continue lendo A libertação dos escravos no Ceará

A inquisição no Ceará – Especiarias da memória

A extensa documentação proveniente dos cartórios da Inquisição (1536-1821), cerca de 8 milhões de peças, é um quebra-cabeça que pode revelar não só o que foi esse aparelho da Igreja Católica e da coroa portuguesa. É caminho para se chegar também a outras tramas do cotidiano da metrópole e suas colônias. Maria do Carmo Jasmins Dias Farinha, pesquisadora aposentada da Torre do Tombo, que durante 15 anos sistematizou os arquivos da Inquisição em Lisboa, sugere que os documentos revelam além dos enredos que estão nos processos dos amaldiçoados pelo Santo Ofício. A partir das fontes inquisitoriais há rotas de investigações Continue lendo A inquisição no Ceará – Especiarias da memória

Acontece no interior – Parte 1

 FORRICÓ – ICÓ O Forricó já virou tradição no município de Icó. Criado em 1993, o Forricó é até hoje considerado uma das maiores festas de forró do interior do Ceará. Bandas de renome nacional e estadual, como também, os artistas da terra se apresentam durante quatro dias. Geralmente ocorre na segunda semana do mês de julho. A Prefeitura Municipal de Icó promete, realizar uma bonita festa para os seus munícipes e turistas que todo ano abrilhantam cada vez mais o Forricó. FESTA DAS FLORES – ITAPIPOCA Como acontece há 53 anos, mais uma vez, os organizadores da Festa das Continue lendo Acontece no interior – Parte 1

Gaiatice – Xecápi de cearense

O Seu Antônio, aproveitando uma viagem que fez pra Fortaleza, foi fazer um ‘xecápi’. O médico pergunta: – Sr. Antônio, o senhor está em muito boa forma para 40 anos. – E eu disse ter 40 anos? – E quantos anos o senhor tem? – Fiz 57 em maio que passou. – Puxa! E quantos anos tinha seu pai quando morreu? – E eu disse que meu pai morreu? – Oh, desculpe! Quantos anos tem seu pai? – O véio tem 81. – 81? Que bom! E quantos anos tinha seu avô quando morreu? – E eu disse que ele Continue lendo Gaiatice – Xecápi de cearense