Antônio de Oliveira Pluma

Antonio de Oliveira Pluma foi um dos desafetos do Ten. Cel. João André, que a frente da “Comissão Matuta” tirou a vida de muitos inocentes, foi a única vítima a sobreviver, conforme veremos.

Pluma estava com os olhos vendados, sentado na cadeira em que seria fuzilado, na Praça do Paço da Câmara Municipal de Icó. A uma distancia de 9 passos estava o algoz de granadeira na mão, disparou o primeiro tiro, que não atingiu o alvo, disparou o segundo e logo depois o terceiro, e a vítima, que durante os disparos fazia fervorosas orações ao Senhor do Bomfim, foi atingido de raspão na cabeça, na coxa e na face.

Largo do Theberge – Icó (Foto: altinoafonso.com)

Em 1841, Pluma exerceu a função de Promotor da Vila de Baturité. O Ten. Cel. João André Teixeira Mendes foi julgado pelas mortes do Ten. Antônio Vieira do Lago Cavalcante e do Ten. Cel. José Cavalcante de Luna Albuquerque, sendo condenado à morte mais de uma vez em sucessivos julgamentos. Em Fortaleza as penas foram reduzidas a exílio de 20 anos no Amazonas. Faleceu em 1874, quase centenário e segundo conta-se mantendo sua intransigência.

Fonte Memória do Prof. Manoel Ximenes de Aragão / Comissão Matuta (Revista do Instituto do Ceará) / Wikipédia
Jaqueline Aragão Cordeiro

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