Museu da escrita

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O Museu da Escrita está localizado na Rua Dr. Walder Studart, 56, Bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. Iniciou suas atividades em Novembro de 2012 e é uma homenagem a professora sobralense Maria Isaurita Gomes Morais, mão do idealizador do projeto, o economista José Luís Gomes Morais.

Sua mãe, uma professora do ensino fundamental na cidade de Sobral, foi de quem recebeu os primeiros ensinamentos da leitura e da escrita. Em sua residência, além da orientação que recebia para sua alfabetização, era rotina vê-la preparar aulas e corrigir os trabalhos dos alunos, dos quais era professora.

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Desde a juventude, mostrava-se interessado em tudo que pudesse ser colecionado e servisse para ilustrar no presente os tempos e as condições de outras épocas vividas por aqueles que fizeram a história, independentemente da natureza dos objetos, dentre eles selos figurinhas, álbuns, embalagens de cigarros, moedas, etc.

 

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Posteriormente, despertou seu interesse por artigos relacionados à escrita. Assim, máquinas de escrever e tinteiros deram sequência a sua caminhada rumo ao colecionismo, seguida de uma permanente e incansável visita a museus em várias cidades do Brasil e do mundo.

Ao longo dos últimos anos e de uma busca incessante junto às casas de leilões, antiquários e feiras de antiguidades, foram adquiridas uma grande quantidade de peças representativas da evolução humana dos meios de se preservar a história, os fatos, e as informações através da escrita.

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O imóvel, onde está situado o Museu da Escrita, constitui-se de uma casa com aproximadamente 450m² de área construída,  onde anteriormente funcionou a loja de uma fábrica de móveis de arte. Em estilo colonial, ajardinada, protegida por robusto gradil, teve suas dependências adaptadas para exposição com o ajuste e construção de novos ambientes, alargamento de passagens, criação de rampas e corrimãos, instalação de toaletes com acessibilidade, entre outros melhoramentos.

 

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A coleção do museu foi adquirida ao longo dos últimos 8 anos, constituída apenas de objetos ligados ao processo da Escrita. Trata-se de uma coleção de objetos impessoais. Sabe-se que são objetos que tiveram funções, algumas relevantes e outras menos destacadas no processo escritural, mas todas, como anteriormente mencionado, com seu papel na história da escrita. Algumas réplicas de dezenas de séculos atrás, outras originais de séculos mais recentes e algumas de grande utilização já na época moderna quando da popularização da escrita.

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Ressalta-se em nosso acervo coleção de máquinas de escrever que abrange peças dos finais do século XIX – início da fabricação destes equipamentos – até as mais modernas máquinas de escrever elétricas e eletrônicas.

Coleções de Biblías, tinteiros antigos, penas de molhar, canetas tinteiros – réplicas das mais famosas canetas já fabricadas – grampeadores e perfuradores para papel, dos mais rústicos aos mais exóticos, compõem, entre outros bens, fazem parte do acervo. Ressaltam-se coleção de Bíblias nos mais diversos idiomas.

Referência: Museu da Escrita

Jaqueline Aragão Cordeiro

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