Porto do Pecém

O Complexo Industrial e Portuário do Pecém surgiu como elemento capaz de fundamentar e atender as demandas empresariais, visando atender indústrias de base voltadas para as atividades de siderurgia, refino de petróleo, petroquímica e de geração de energia elétrica.

CRONOLOGIA DO PROJETO
1995: (março) vinda dos navios da Marinha do Brasil para levantamentos ecobatimétricos na costa do Ceará
1995: (julho/dezembro) concepção do Complexo Industrial e Portuário do Pecém e contratação de projetos básicos de engenharia
1996: (maio) início das obras do Terminal Portuário do Pecém e obras de infra-estrutura
1998: (abril) conclusão das obras da Rodovia de Acesso
1999: Conclusão das obras da Ponte de Acesso e do Pier 1 do Terminal e do Sistema Elétrico do CIPP
2000: Conclusão das obras do Pier 2
2001: Conclusão do Quebra-mar
2001: (junho) assinatura do Contrato de Adesão nº 091/2001 pelo Governo do Estado do Ceará e Ministério dos Transportes
2001: (novembro) Início das operações comerciais do Terminal
2002: (Março) Inauguração Oficial do Terminal Portuário do Pecém
2002: (Abril) Alfandegamento a Título permanente pela SRRF da 3ª Região
OBJETIVOS ESTRATÉGICOS
– Adotar o conceito de terminal privativo com a operação portuária sendo realizada pelo setor privado, com mão-de-obra própria.
– Adotar política de preços competitiva, com altas taxas de produtividade e baixos custos operacionais.
– Ser referência nacional no controle ambiental portuário
– Ser ferramenta operacional para o Complexo Industrial do Pecém
– Adotar o conceito de multimodalidade em todo seu processo logístico
– Garantir a disponibilidade de áreas livres para futuras expansões

– Assegurar a atracação de navios de até de 15,5m de calado

Fonte: Ceará Portos
Jaqueline Aragão Cordeiro

One Reply to “Porto do Pecém”

  1. Jaquelinamiga

    O Ceará está aqui muito bem apresentado e… representado.

    Passeando na Cadeirinha de Arruar topei contigo. Feliz encontro proporcionado pela nossa Lucinhamiga que prezo e estimo porque ela merece. E, ainda por cima, minha mulher Raquel também é… goesa, tal qual o Gambeta era.

    Gosto de estar aqui. E vou voltar, não te digo quando, nem eu sei – mas sei que vou voltar. E, até à minha Travessa que, quando lá fores, também poderá ser tua.

    Qjs = queijinhos = beijinhos

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