BANDA CABAÇAL DOS IRMÃOS ANICETO

Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto é um grupo folclórico e musical da cidade do Crato, interior do Ceará. A denominação cabaçal decorre do fato que antigamente os tambores eram confeccionados de pele de bode estirada sobre cabaças. Outra versão diz que o nome vem um ritual dos índios Cariris, onde tocavam pifanos e queimavam Jurema-preta nas cabaças. O grupo foi fundado no século XIX por José Lourenço da Silva, mais conhecido como Aniceto. Os descendentes de Aniceto mantêm a banda na ativa até hoje. Irmãos Aniceto Mirim – Formada pelos bisnetos do fundador, faz poucas apresentações em público. Estão sendo Continue lendo BANDA CABAÇAL DOS IRMÃOS ANICETO

FOLCLORE CEARENSE – PARTE 4

DESAFIO – É um gênero da poesia popular, entoada ao som das violas. Dois cantadores, violas em punho, versejam provocações mútuas, improvisadas com métricas rigorosas, de silabações variadas, a receberem denominações próprias, tais como: moirão, martelo, o martelo agalopada, o galope, a ligeria, o quadrão, a embolada, etc. FESTAS JUNINAS – Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Continue lendo FOLCLORE CEARENSE – PARTE 4

FOLCLORE CEARENSE – PARTE 3

TIRAÇÃO DE REIS – Aqui estou em vossa porta… / em figura de raposa, em figura de raposa / nós queremos qualquer coisa… Cantando assim, grupos de pessoas, no Dia de reis – 6 de janeiro – percorrem as cidades, ao som de instrumentos musicais, pedindo prendas e comes-e-bebes das famílias conhecidas em meio a grande dosagens de bebidas. Há famílias que abrem as portas para confraternizarem com aqueles que estão “tirando reis”. Há grupos que se fantasiam, com cores berrantes, oferecendo assim um colorido espetaculoso, que só mais caráter festivo acrescentam. CANINHA VERDE – Dança-cordão de origem portuguesa, introduzida no Brasil Continue lendo FOLCLORE CEARENSE – PARTE 3

FOLCLORE CEARENSE – PARTE 2

CHEGADA DOS CABOCLOS – A Igreja Matriz de Parangaba, distrito de Fortaleza, construída no início do século XIX, ainda hoje cuida por realizar, próximo a comemoração do Natal, a festa da “Chegada dos caboclos”. Trata-se de uma peregrinação, durante a qual esmolas são pedidas, em nome do Bom Jesus, padroeiro da Vila, e cuja imagem teria sido doada, segundo a tradição local, por D. João VI, aos índios porangabas (ou parangabas). Eles vêm de longe e chegam festivos na sede do distrito fortalezense, por entre foguetórios e cânticos de louvação, conduzindo a coroa de espinhos do Bom Jesus dos Aflitos. Continue lendo FOLCLORE CEARENSE – PARTE 2

FOLCLORE CEARENSE – PARTE 1

A formação etnográfica e cultural do cearense é obra do índio e do europeu. É mínima a participação do negro. E daí se explica que a quase totalidade das manifestações do folclore cabeça chata, só esporadicamente (caso dos “congos”) mostre alguma procedência africana. BUMBA-MEU-BOI – Tem como figura central, evidentemente, o boi. Representa-o um arcabouço de madeira coberto de pano ordinário e colorido, com uma pessoas recurvada dentro e que, no desenrolar do drama pula, dança e berra. Quase todos os municípios cearenses o encenam, como igualmente, na periferia da capital, onde se fixam os sertanejos que para aqui migraram. “O Continue lendo FOLCLORE CEARENSE – PARTE 1