Ditados populares

Estou pra ver quem goste mais de ditados populares do que nós, cearenses. Temos o hábito de fazer comparações (sobre isso já fiz uma postagem) e falarmos esses famosos ditados em várias situações do nosso dia-a-dia. Veja a seguir uma pequena relação desses ditados que sempre ouvimos.

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    • A mesma árvore dá frutos doces e azedos.
    • A noite é boa conselheira.
    • A ocasião faz o ladrão.
    • A palavra é prata, o silêncio é ouro.
    • Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
    • Ajoelhou, tem que rezar.
    • Antes só do que mal acompanhado.
    • As melhores fragrâncias, estão nos menores frascos.
    • Cabeça vazia é oficina do diabo.
    • Cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça.
    • Cão que ladra, não morde.
    • Casa de ferreiro, espeto de pau.
    • Cavalo dado não se olham os dentes.
    • De noite, todos os gatos são pardos.
    • De tostão por tostão se chega-se ao milhão.
    • Depois da tempestade vem a bonança.
    • Devagar se vai ao longe.
    • Dois bicudos não se beijam.
    • Dos males, o menor.
    • Em boca fechada não entra mosca.
    • Em terra de sapo, de cócoras com ele.
    • Errar é humano.
    • Gosto não se discute, se lamenta.
    • Macaco velho não põe a mão em cumbuca.
    • Me dizes com quem andas e eu te direi quem és.
    • Na boca de quem não presta, quem é bom não tem valia.
    • Não adianta chorar pelo leite derramado.
    • Nem os dedos das mãos são iguais.
    • O cesteiro que faz um cesto faz um cento.
    • Cobra que não anda não apanha sapo.
    • Pela falta de um grito, se perde a boiada.
    • Pra bom entendedor, meia palavra basta.
    • Quando a cabeça não pensa o corpo padece.
    • Que come a carne, roe os ossos.
    • Quem avisa amigo é.
    • Quem pariu Mateus que balance.
    • Quem ri por último, ri melhor.
    • Seja dono da sua boca, para não ser escravo de suas palavras!
    • Só se atira pedras em árvore que dá frutos.
    • Sua cabeça, seu guia.

Jaqueline Aragão Cordeiro

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